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24 Junho de 2020 | 20h16 - Actualizado em 24 Junho de 2020 | 18h36

Guiné-Conakry: Presidente defende Eco como moeda única na CEDEAO

Conakry - O chefe de Estado guineense, Alpha Condé, defende uma moeda única comum aos 15 países membros da Comunidade Económica dos Estados Africanos Oeste (CEDEAO), indica um comunicado enviado nesta quarta-feira à PANA em Conakry.

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Alpha Condé - Presidente da Guiné-Conakry

Foto: Pedro Parente

Condé fez este pedido terça-feira, durante uma videoconferência, quando discutia com os seus homólogos da Gâmbia, Adama Barrow, do Ghana, Nana Akufo-Addo, da Libéria, George Weah, da Nigéria, Muahammadu Buhari, e da Serra Leoa, Julius Maada Bio, que pertencem à segunda Zona Monetária da África Ocidental (ZMAO).

"É importante esclarecer as coisas. A Guiné ainda permanece no espírito da 56.ª sessão ordinária. Ou seja, uma cesta de moedas e de flexibilidade (...) A integração sub-regional é fundamental para o desenvolvimento da África Ocidental ", afirmou.

A seu ver, é extremamente importante que se consiga criar o Eco (moeda oeste-africana).

"Obviamente", prosseguiu, "a covid-19 atingiu as nossas economias, mas precisamos é de ter a oportunidade de o aplicar antes de 5 de Dezembro de 2020, ou de nos darmos uma  margem, neste sentido."

"Devemos pedir aos nossos irmãos da União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA) para que respeitem a decisão que tomamos, a nível de 15 (Estados). Isto é, a decisão de criar o Eco, tomada pelos 15 chefes de Estado", insistiu Condé.

Referindo-se a esta última cimeira da CEDEAO em Abuja (Nigéria), em conclusão sobre esta questão, citou o Presidente Alhassane Ouattara (da Côte d'Ivoire), como tendo exortado os técnicos a continuarem o seu trabalho neste sentido.

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Assuntos Economia  

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