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27 Outubro de 2020 | 21h36 - Actualizado em 27 Outubro de 2020 | 21h36

Diplomatas condenam sanções contra o Zimbabwe

Havana - As sanções internacionais a que está submetida a República do Zimbabwe mereceram, nesta terça-feira, a condenação de diplomatas de países membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) destacados, em Havana, refere uma nota da Embaixada de Angola em Cuba.

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Na actividade, em que participou a embaixadora de Angola em Cuba, Maria Cândida Teixeira, alusiva ao dia da SADC contra as sanções, os participantes foram unânimes na condenação e na solidariedade para com o Zimbabwe.

Na oportunidade, o Embaixador do Zimbabwe, Ignatius Graham Mudzimba, falou dos “terríveis” prejuízos económicos e sociais provocados pelas sanções impostas ao seu país, que tem impedido de aceder a financiamentos do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial e do Banco Africano de Desenvolvimento.

Por seu lado, o Embaixador de Moçambique, Eliseu Joaquim Machava, deu a conhecer aos presentes uma mensagem do Presidente em exercício da SADC, o também presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, em que exprimiu solidariedade com a situação económica e social no Zimbabwe.

A presidência da organização regional exprimiu também a sua condenação aos países e instituições que promovem as medidas punitivas que afectam o desenvolvimento de um país membro. “Quando um país membro é agredido, a SADC toda é afectada”, referiu.

Em nome da União Africana, a Embaixadora da África do Sul, Thaninga Pandit Shope-Liney, cujo país preside a organização continental, uniu-se também à onda de solidariedade com o seu vizinho, manifestou igual apoio à Venezuela, ao mesmo tempo que exigiu o levantamento do bloqueio económico norte-americano a Cuba.

Esta é a segunda vez que os países membros da SADC reúnem-se na Havana para condenar as sanções internacionais, que consideram injustas, impostas contra países membros.

A União Europeia e os Estados Unidos da América mantêm, há cerca de duas décadas, sanções contra o Zimbabwe, que visam, sobretudo, familiares e elementos próximos do ex-presidente Robert Mugabe, acusados de violência e fraude eleitoral.

Mergulhado numa crise económica que empurrou grande parte da população para a pobreza, o país necessita desesperadamente de investimento estrangeiro e tem estado a reclamar, por isso, o levantamento das sanções.

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