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30 Outubro de 2020 | 14h05 - Actualizado em 30 Outubro de 2020 | 14h08

Angolanos enaltecem acção da Angop no actual contexto

Luanda - Instituições públicas e organizações da sociedade angolana encorajaram, nesta sexta-feira, os profissionais da agência de notícias de Angola (Angop) ao contínuo aperfeiçoamento para melhor informar o público.

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sede da Angop

Foto: Pedro Parente

Em mensagens alusivas aos 45 anos de existência da única agência de informação do país, recordam o facto de a Angop estar vocacionada para a recolha, tratamento e distribuição de informações sobre o país além-fronteiras.

Para o ministro da Defesa e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos “Liberdade”, no actual contexto, à Angop é chamada a exercer maior intervencionismo na disseminação  das notícias, enaltecendo as medidas de prevenção e combate à Covid-19.      

Por seu turno, o Conselho de Administração do Porto do Lobito encoraja os profissionais da agência a pratica contínua de um jornalismo preciso, como tem sido evidente e seu apanágio, responsável e pautado pelo alto rigor técnico e sempre comprometido com a verdade dos factos e pelos mais sublimes interesses da Nação e Pátria angolana.

O Porto do Lobito exprime “o mais profundo e inestimável” reconhecimento pelo papel que a ANGOP tem desempenhado, marcado por sucessos e desafios, e augura que com o empenho, dedicação e criatividade dos seus responsáveis e de todos os profissionais, continue a ser uma referência incontornável no sector da Comunicação Social de Angola.

Já o governo do Namibe, na sua mensagem,  exorta os quadros da empresa a pautarem pelo rigor e ética jornalística.

Reconhecendo as dificuldades da empresa, encoraja a direcção e quadros a continuarem fiéis a pauta de valores que alicerçam o jornalismo angolano, na certeza de que serão ultrapassadas as vicissitudes que ainda dificultam esta missão.

O Comando Provincial da Polícia Nacional no Cuanza Norte destaca o empenho dos profissionais da Angop, na divulgação de notícias que promovem a união, concórdia e o fortalecimento da democracia no país.

A corporação enaltece a forma profissional como os jornalistas deste órgão de comunicação social têm levado ao conhecimento do público as realizações do Governo que visam a melhoria das condições sociais básicas da população.

A corporação reconhece, também, que a missão de manter os angolanos actualizados sobre os acontecimentos do país e do resto do mundo fazem da Angop o órgão de comunicação social de excelência que transmite notícias em tempo real e oportuno, salvaguardando os interesses legítimos dos cidadãos consagrados na constituição, sobre o direito de ser informado com verdade.

Por outro lado, os munícipes de Ndalatando consideraram a Angop como um órgão da comunicação social que desempenha um “importante papel” na sociedade, a julgar pela actualidade, eficiência e qualidade na elaboração e emissão dos seus conteúdos.

No Bié, a Delegação Provincial do Ministério do Interior encoraja os profissionais a continuarem com espírito de missão abnegada e responsabilidade na divulgação dos factos noticiosos.

Ressalta que ao longo desse período, sempre procurou divulgar os bons resultados obtidos no circuito operacional da segurança pública, em benefício da população.

Sem medir esforços, lê-se no documento, a instituição reitera prontidão e disponibilidade para servir, “garantindo a famosa triangulação da informação, escolhendo o contraditório por via das fontes oficiais”.

A empresa foi criada em Julho de 1975 sob a designação de Agência Nacional Angola Press (ANAP). Nessa altura, os seus trabalhos eram distribuídos sob a forma de boletim.

Em Outubro do mesmo ano, a ANGOP adopta a sua actual e definitiva denominação, Agência Angola Press, sob proposta do então Presidente da República, António Agostinho Neto, e lança, no dia 30 daquele mês, o primeiro despacho com a nova sigla.

Três anos depois, a 2 de Fevereiro de 1978, a agência foi transformada em órgão estatal de comunicação social, com a publicação do decreto presidencial 11/78, de 2 de Fevereiro, no Diário da República.

A partir daí, estavam lançadas as bases para o seu crescimento e desenvolvimento, que viria a conhecer momentos áureos na década de 80. Nessa época, a ANGOP já contava com cerca de 300 trabalhadores, a maioria jornalista, com um labor ininterrupto, 24 horas ao dia, em todo o país (18 províncias) e no estrangeiro com cinco delegações (Portugal, Brasil, Reino Unido, Zimbabwe e Congo).

Em 2013 entrou com um quadro tecnológico e humano em constante transformação e actualização, em consonância com a modernidade dos meios de telecomunicações e de comunicação social, factores que concorrem para a concretização do seu grande desafio e sonho, o de se transformar numa grande empresa multimédia.

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